Mãos frias
E os pés também.
Ontem fui à livraria tomar um espresso e comer pão de queijo e enquanto eu divagava sobre A Tempestade de Shakespeare e a relação do mesmo com aquele livro do John Fowles (e oh, como o Fowles usa tão bem o Caliban no livro porque a protagonista também se chama Miranda, é quase um Shakespeare reinventado), a amiga pedagoga flertava com o Sam Beam.
E tem a seção de rock altrnativo que é uma tristeza, porque tem pouca coisa. Mas tem coisa muito boa: Wilco, Interpol, Ryan Adams… Wilco. Mas 50 paus num cd achei demais. Então acabei levando o Our Love to Admire do Interpol, que eu comprei mesmo só por causa de No I in Threesome. Tá, o Interpol não é um Radiohead, porque nada que o Thom Yorke faz sai errado, por definição - mas o Interpol fez com que minha atenção se voltasse novamente para o rock nova-iorquino, porque depois dos Strokes não ouvi muita coisa.
E os Strokes fazem 10 anos o ano que vem. 10 anos. Espera aí, não foi ONTEM que a gente ouviu Last Night e Is This It pela primeira vez? Preciso de um excedrin.
E no sábado eu a e o conheci. E eu só queria que Campinas fosse aqui do lado.
E alguém me chama pra ver um filme? Preciso.

O título desse post e essa distância definitivamente não combinam, chega a ser tortura.
Eu não conhecia o John Fowles, pelo que achei dele parece ser bem interessante. Depois quero que você me conte mais sobre seus autores preferidos, livros, bandas, tudo
Bem que aquele podia ser um never-ending Sábado. Beijos.
amo-lhe, morro de saudades.
e deve fazer tb 10 anos que a gente não se vê.
será que a gente nunca mais vai se ver?!?
resposta:
Mas nêga, cê não ia vir pra cá em Junho??
Entonces. A gente vai se ver sim, ôxi.
Beijobeijobeijo, mama.